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Economia Global

Reforma Tributária: Empresas Brasileiras Revelam “Falsa Automação” e Enfrentam Riscos com Novo IVA Dual

Por Vinícius Hoffmann Machado11 abr 20266 min de leitura
Reforma Tributária: Empresas Brasileiras Revelam "Falsa Automação" e Enfrentam Riscos com Novo IVA Dual

Resumo

Reforma Tributária Desmascara “Falsa Automação” Fiscal: Empresas Brasileiras em Alerta Máximo para Adaptação ao IVA Dual

A iminente reforma tributária, com a introdução do Imposto sobre Valor Adicionado Dual (IVA dual), começa a expor um ponto crítico na operação fiscal de muitas empresas brasileiras. A dependência de processos manuais e a lentidão no registro de notas fiscais revelam uma fragilidade que pode se agravar com as novas regras fiscais.

Um levantamento recente aponta que a maioria das companhias leva semanas para registrar notas fiscais, um contraste gritante com a percepção de automação fiscal. Essa discrepância sugere que muitas empresas operam com o que especialistas chamam de “falsa automação”, onde a digitalização de processos ainda exige significativa intervenção humana.

A adaptação ao novo modelo tributário, que prevê a cobrança de Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), tende a pressionar ainda mais essas estruturas consideradas pouco eficientes. O cenário se torna ainda mais relevante à medida que o país se prepara para mudanças profundas no sistema de tributação sobre o consumo.

A pesquisa entrevistou 355 profissionais de médias e grandes empresas, muitas com alto volume operacional, processando mais de 10 mil notas fiscais por mês. O estudo da V360, focada em automação de pagamentos a fornecedores, detalha os desafios enfrentados.

V360

Automação Parcial e Atrasos Crônicos no Registro de Notas

Os dados do levantamento são claros: 62,2% das empresas levam mais de 20 dias para registrar uma nota fiscal em seus sistemas, e 22,3% ultrapassam a marca de 30 dias. Este cenário contrasta com a afirmação de 87% das companhias de que possuem alto nível de automação fiscal.

Essa “falsa automação” se manifesta na prática pela automação incompleta. Embora 61% das empresas consigam capturar notas fiscais automaticamente, apenas 49% realizam o registro no sistema sem intervenção manual. A dependência de validações e integrações adicionais nos sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) brasileiros é um dos principais gargalos.

Izaias Miguel, CEO da V360, explica que “muitas empresas acreditam que estão automatizadas, mas ainda dependem de pessoas para validar dados e concluir processos”. Ele ressalta que, mesmo com a entrada automática do documento, ajustes e conferências manuais são frequentemente necessários antes que ele siga no sistema.

Riscos Operacionais Elevados por Falhas na Validação de Notas

As falhas na validação das notas fiscais representam um risco operacional significativo. Apenas 48% das empresas realizam uma conferência completa, comparando itens, valores e quantidades com os pedidos de compra. Outras 44% executam checagens parciais, e alarmantes 8% ainda operam de forma totalmente manual nesse processo.

Este cenário aumenta a probabilidade de pagamentos indevidos, erros fiscais e perda de controle interno, especialmente em empresas com um grande volume de fornecedores. O tempo de espera entre a emissão e o registro da nota fiscal atua como um termômetro da eficiência operacional, e longos períodos indicam acúmulo de exceções e retrabalho.

A dificuldade em integrar e validar informações de forma ágil e automatizada pode levar a perdas financeiras diretas e indiretas, além de dificultar a conformidade com as obrigações tributárias, que se tornarão mais complexas com o IVA dual.

Pressão da Reforma Tributária Agrava Cenário de Ineficiência Fiscal

A introdução do IVA dual intensificará a pressão sobre as estruturas fiscais das empresas. Será necessário adaptar os sistemas para operar simultaneamente com regras antigas e novas, além de gerenciar os tributos que compõem o novo modelo, como o IBS e a CBS.

Para Miguel, o desafio principal não reside apenas na compreensão da reforma, mas na sua execução dentro de estruturas corporativas complexas e pouco integradas. A fragilidade nos processos de validação, onde menos da metade das empresas realiza checagens completas, aumenta o risco de erros significativos.

A fase de testes da reforma, com alíquotas simbólicas de CBS e IBS a partir de 2026, já exige que as empresas destaquem esses tributos nas notas fiscais, preencham novos campos obrigatórios e informem corretamente a classificação fiscal de produtos e serviços. A suspensão de multas pela Receita Federal até a regulamentação completa dos tributos ressalta a complexidade da transição.

Automação Estratégica: A Chave para Navegar na Reforma Tributária

Neste contexto de transição e crescente complexidade, a automação fiscal deixa de ser uma mera ferramenta operacional para se tornar um pilar estratégico. Empresas com processos mais eficientes e automatizados terão maior agilidade para se adaptar às novas exigências, enquanto aquelas com fluxos de trabalho fragmentados podem enfrentar custos adicionais, mais erros e dificuldades de conformidade.

A capacidade de processar informações tributárias de forma precisa e rápida será um diferencial competitivo. A reforma, ao demandar maior detalhamento e controle, força as empresas a revisarem suas operações fiscais, buscando soluções que garantam eficiência e reduzam riscos.

Conclusão Estratégica Financeira: Preparando Empresas para o Futuro do IVA Dual

Os impactos econômicos diretos da falta de automação fiscal eficiente incluem o aumento de custos operacionais, multas por descumprimento de obrigações acessórias e perda de recursos por pagamentos indevidos. Indiretamente, a ineficiência pode minar a competitividade e a capacidade de investimento da empresa.

Os riscos financeiros são claros: erros na apuração e recolhimento de tributos, retrabalho e a possibilidade de sanções. As oportunidades residem na adoção de tecnologias que otimizem processos, reduzam a margem de erro e liberem capital humano para atividades mais estratégicas. A automação pode impactar positivamente as margens e o valuation de uma empresa ao demonstrar robustez e eficiência em sua gestão.

Para investidores e gestores, a leitura do cenário é um alerta para a necessidade de uma profunda revisão dos processos fiscais. A tendência futura aponta para uma tributação cada vez mais digital e integrada, onde a automação será um requisito básico para a sobrevivência e o crescimento no mercado.

Este conteúdo é de caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui recomendação de investimento, consultoria financeira ou oferta de qualquer ativo. Consulte um profissional habilitado antes de tomar decisões financeiras.

O que você pensa sobre a “falsa automação” nas empresas e os desafios da reforma tributária? Compartilhe sua opinião, dúvidas ou críticas nos comentários abaixo. Sua participação enriquece nossa discussão.

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Vinícius Hoffmann Machado
Fundador · Eruption Global

Engenheiro de Produção e especialista em finanças corporativas com mais de 13 anos de experiência em gestão estratégica de custos, planejamento orçamentário e análise de mercado. Fundador da Eruption Global, portal dedicado à análise econômica aplicada.

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