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Mercado Financeiro

Eleições 2024: Por que gestores ignoram o “barulho” eleitoral e focam em sinais estruturais para investir?

Por Vinícius Hoffmann Machado08 abr 20265 min de leitura
Eleições 2024: Por que gestores ignoram o "barulho" eleitoral e focam em sinais estruturais para investir?

Resumo

Eleições 2024: Por que gestores ignoram o “barulho” eleitoral e focam em sinais estruturais para investir?

A seis meses das eleições presidenciais, o mercado financeiro brasileiro adota uma postura de cautela. Gestores de fundos classificam as atuais movimentações políticas mais como volatilidade passageira do que como sinais estruturais para decisões de investimento de longo prazo. A leitura predominante é que ainda é cedo para traçar cenários definitivos.

No 12º Fórum de Investimentos do Bradesco BBI, especialistas destacaram a importância de distinguir o “ruído” – as oscilações diárias de preços – do “sinal” – os fundamentos que realmente embasam decisões estratégicas. A estratégia, por ora, é manter-se fora das apostas eleitorais diretas.

“Existe ainda muita incerteza sobre como vai se dar a disputa eleitoral até o momento da eleição. A gente não acredita em ‘treidar’, em negociar esses ruídos até a eleição”, afirmou Rodrigo Santoro, diretor de equities da Bradesco Asset Management. A percepção é que o debate político mais intenso e com maior peso para o mercado só deve se intensificar a partir de agosto ou setembro.

Bradesco BBI

Cenário Eleitoral: Entre a Fragmentação e o Otimismo Cauteloso

O cenário político brasileiro se apresenta fragmentado, com a disputa entre “esquerda” e “direita”, o que dificulta prognósticos definitivos neste momento. No entanto, os gestores observam com otimismo as mudanças que as últimas pesquisas eleitorais trouxeram, especialmente a dissipação do temor inicial de uma vitória governista garantida.

Os dados atuais indicam um fortalecimento da oposição, o que é interpretado de forma positiva pelos agentes financeiros. Santoro ressalta que, no atual xadrez eleitoral, a intenção de voto direta tem menos peso do que a taxa de rejeição, que surge como um indicador mais relevante para o monitoramento.

“Vai ser uma disputa apertada. Dificilmente a gente vai ter um cenário óbvio, o que nos obriga a ter cautela. Não dá para fazer uma aposta agora porque não é um cenário 80-20”, afirmou André Caldas, sócio e gestor de ações da Springs Capital. Essa incerteza reforça a necessidade de uma abordagem mais estratégica e menos especulativa.

Estatais: O Fim de um Trade Eleitoral Óbvio

Diferentemente de anos anteriores, quando ações de estatais como Banco do Brasil (BBAS3) e Petrobras (PETR4) eram consideradas “trades óbvios” em períodos eleitorais, neste ano, essas empresas não apresentam descontos tão profundos que justifiquem uma aposta clara em um determinado lado político.

Essa mudança estrutural exige novas abordagens para navegar o período de incerteza. O mercado tem priorizado três frentes de alocação para lidar com o cenário atual e as expectativas futuras. A gestão de risco se torna ainda mais crucial.

Primeiramente, o uso de opções tem ganhado força. Em vez de comprar ações diretamente, os gestores se valem de derivativos para fazer apostas direcionais com perda controlada e limitada ao custo da operação, oferecendo maior flexibilidade.

Em segundo lugar, a preferência recai sobre empresas com gestão sólida e, preferencialmente, com caixa líquido – ou seja, mais dinheiro em caixa do que dívidas. Essa solidez financeira oferece uma camada extra de segurança em tempos de volatilidade.

Por fim, a exposição a empresas de energia e ativos que conseguem repassar a inflação ganhou mais força, especialmente diante do cenário de guerra e suas implicações. Essa estratégia visa proteger o portfólio caso o cenário macroeconômico global piore, pressionado pelos custos de energia.

Navegando a Incerteza: Estratégias para o Investidor

A volatilidade inerente a períodos eleitorais exige dos investidores uma análise aprofundada e a adoção de estratégias que mitiguem riscos. A distinção entre o “ruído” do mercado e os “sinais” fundamentais é a chave para a tomada de decisões mais assertivas.

A cautela demonstrada pelos gestores de fundos reflete a complexidade do atual cenário político e econômico. A ausência de um “trade” eleitoral claro em estatais, por exemplo, força o mercado a buscar alternativas mais sofisticadas e resilientes.

O uso de opções, a preferência por empresas com balanços robustos e a alocação em setores resilientes como energia são exemplos de como os investidores podem se proteger e, ao mesmo tempo, buscar oportunidades em um ambiente de incertezas.

Conclusão Estratégica Financeira: O Que Esperar Após as Eleições?

A dinâmica pós-eleitoral no Brasil tende a ser moldada pela clareza do cenário político e pela capacidade do governo eleito de implementar reformas e políticas econômicas que promovam estabilidade e crescimento. Impactos econômicos diretos podem incluir a volatilidade de moedas e juros, influenciando o custo de capital e a atratividade de ativos locais.

Riscos financeiros incluem a possibilidade de políticas fiscais expansionistas ou incertezas regulatórias que afetem setores específicos. Oportunidades podem surgir em setores beneficiados por reformas estruturais, como infraestrutura, agronegócio ou tecnologia, com potencial de valorização de valuations.

Para investidores e empresários, a reflexão central reside na capacidade de adaptação e na construção de portfólios resilientes. A tendência futura aponta para um cenário onde a previsibilidade e a solidez fiscal serão fatores decisivos para atrair investimentos e garantir a sustentabilidade econômica. O cenário provável, na minha leitura, é de uma recuperação gradual, mas sensível a choques externos e à execução das políticas internas.

Este conteúdo é de caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui recomendação de investimento, consultoria financeira ou oferta de qualquer ativo. Consulte um profissional habilitado antes de tomar decisões financeiras.

E você, como tem posicionado seus investimentos diante da volatilidade eleitoral? Compartilhe sua opinião, dúvidas ou críticas nos comentários abaixo!

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Vinícius Hoffmann Machado
Fundador · Eruption Global

Engenheiro de Produção e especialista em finanças corporativas com mais de 13 anos de experiência em gestão estratégica de custos, planejamento orçamentário e análise de mercado. Fundador da Eruption Global, portal dedicado à análise econômica aplicada.

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