Pular para o conteúdo principal

@EruptionGlobal

📊 AO VIVO
💱 Moedas💵USD/BRLDólar AmericanoR$ 5,2178💶EUR/BRLEuroR$ 5,9191💷GBP/BRLLibra EsterlinaR$ 6,9022🇯🇵JPY/BRLIene JaponêsR$ 0,0332🇨🇳CNY/BRLYuan ChinêsR$ 0,7767🇨🇭CHF/BRLFranco SuíçoR$ 6,2544🇦🇷ARS/BRLPeso ArgentinoR$ 0,0034🇲🇽MXN/BRLPeso MexicanoR$ 0,2895🇨🇦CAD/BRLDólar CanadenseR$ 3,6783🇦🇺AUD/BRLDólar AustralianoR$ 3,6466🪙 Cripto₿BTC/BRLBitcoinR$ 433.711,00 ▼ -0,42%ΞETH/BRLEthereumR$ 13.846,20 ▼ -1,23%◎SOL/BRLSolanaR$ 613,60 ▼ -0,94%🔶BNB/BRLBinance CoinR$ 3.970,08 ▲ +0,77%💎XRP/BRLRippleR$ 7,740 ▼ -0,65%🐕DOGE/BRLDogecoinR$ 0,4864 ▼ -0,76%🔵ADA/BRLCardanoR$ 1,270 ▼ -0,55%🔺AVAX/BRLAvalancheR$ 56,64 ▼ -3,18%🔗LINK/BRLChainlinkR$ 74,09 ▼ -2,88%⚪DOT/BRLPolkadotR$ 6,38 ▲ +3,49%🔘LTC/BRLLitecoinR$ 343,65 ▼ -2,33%♦TRX/BRLTronR$ 1,7400 ▼ -0,19%⭐XLM/BRLStellar LumensR$ 1,1600 ▲ +0,20%✅VET/BRLVeChainR$ 0,04593 ▲ +0,98%🦄UNI/BRLUniswapR$ 45,67 ▼ -2,03%🥇 Metais🥇OUROGold / oz (XAU)R$ 21.490,00 /oz ▼ -1,15%🥇PAXGPAX Gold / ozR$ 21.510,00 /oz ▼ -1,21%💱 Moedas💵USD/BRLDólar AmericanoR$ 5,2178💶EUR/BRLEuroR$ 5,9191💷GBP/BRLLibra EsterlinaR$ 6,9022🇯🇵JPY/BRLIene JaponêsR$ 0,0332🇨🇳CNY/BRLYuan ChinêsR$ 0,7767🇨🇭CHF/BRLFranco SuíçoR$ 6,2544🇦🇷ARS/BRLPeso ArgentinoR$ 0,0034🇲🇽MXN/BRLPeso MexicanoR$ 0,2895🇨🇦CAD/BRLDólar CanadenseR$ 3,6783🇦🇺AUD/BRLDólar AustralianoR$ 3,6466🪙 Cripto₿BTC/BRLBitcoinR$ 433.711,00 ▼ -0,42%ΞETH/BRLEthereumR$ 13.846,20 ▼ -1,23%◎SOL/BRLSolanaR$ 613,60 ▼ -0,94%🔶BNB/BRLBinance CoinR$ 3.970,08 ▲ +0,77%💎XRP/BRLRippleR$ 7,740 ▼ -0,65%🐕DOGE/BRLDogecoinR$ 0,4864 ▼ -0,76%🔵ADA/BRLCardanoR$ 1,270 ▼ -0,55%🔺AVAX/BRLAvalancheR$ 56,64 ▼ -3,18%🔗LINK/BRLChainlinkR$ 74,09 ▼ -2,88%⚪DOT/BRLPolkadotR$ 6,38 ▲ +3,49%🔘LTC/BRLLitecoinR$ 343,65 ▼ -2,33%♦TRX/BRLTronR$ 1,7400 ▼ -0,19%⭐XLM/BRLStellar LumensR$ 1,1600 ▲ +0,20%✅VET/BRLVeChainR$ 0,04593 ▲ +0,98%🦄UNI/BRLUniswapR$ 45,67 ▼ -2,03%🥇 Metais🥇OUROGold / oz (XAU)R$ 21.490,00 /oz ▼ -1,15%🥇PAXGPAX Gold / ozR$ 21.510,00 /oz ▼ -1,21%
⟳ 15:36
Home›Mercado Financeiro›Tesouraço ou Ajuste Social? Economista Revela Conta Pública Escondida que Assombra o Próximo Presidente
Mercado Financeiro

Tesouraço ou Ajuste Social? Economista Revela Conta Pública Escondida que Assombra o Próximo Presidente

Por Vinícius Hoffmann Machado30 set 20267 min de leitura
Tesouraço ou Ajuste Social? Economista Revela Conta Pública Escondida que Assombra o Próximo Presidente

Resumo

Economista Alerta: Próximo Governo Enfrentará Contas Públicas Desafiadoras, Com Pouco Espaço Orçamentário e Dívida Crescente

A campanha eleitoral para a presidência brasileira tem apresentado propostas distintas para a condução da economia, mas um ponto crucial permanece sem resposta clara: de onde virá o dinheiro necessário para estabilizar a dívida pública e, consequentemente, abrir espaço para a queda dos juros. Essa incerteza é um dos principais focos de preocupação para os analistas do cenário econômico.

Segundo Josilmar Cordenonssi, professor de Ciências Econômicas da Universidade Presbiteriana Mackenzie, o próximo presidente terá pela frente decisões mais complexas do que as explicitadas até o momento para o eleitorado. A avaliação é de que ambos os candidatos, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), oferecem visões que, em última instância, demandarão ajustes significativos, mas sem detalhar as fontes desses cortes ou otimizações.

O debate público, na visão do economista, deveria se aprofundar não apenas sobre a necessidade de um ajuste fiscal, mas principalmente sobre sua magnitude e composição. Isso engloba a discussão sobre a proporção que virá da redução de despesas primárias e quanto poderá ser obtido através da revisão de gastos tributários, como benefícios fiscais e regimes especiais de tributação. A ausência desse debate na campanha eleitoral é vista como um ponto crítico.

Orçamento Restrito: A Margem de Manobra Limitada do Futuro Governo

A dificuldade em encontrar espaço para manobras fiscais é acentuada pelo cenário orçamentário que o próximo governo herdará. A proposta orçamentária para 2027 já aponta para um comprometimento superior a 92% das despesas primárias, que somam R$ 2,6 trilhões, com gastos obrigatórios. Isso deixa uma margem discricionária estimada em R$ 222 bilhões, um valor que ainda inclui investimentos e emendas parlamentares.

Cordenonssi estima que a parcela do orçamento sobre a qual o governo terá efetiva liberdade de ação seja próxima de 5%. Essa pequena fatia, além de ser ínfima, ainda é a fonte de recursos para investimentos, essenciais para o desenvolvimento do país. A carência de fundos para projetos de infraestrutura, por exemplo, reforça a necessidade de parcerias com o setor privado.

A trajetória da dívida pública é outro fator de restrição significativo. Uma sinalização fiscal considerada crível pelo mercado tem o potencial de reduzir a percepção de risco do país, o que, por sua vez, poderia impactar positivamente as taxas de juros cobradas do governo. A questão central, contudo, reside em como alcançar essa credibilidade sem gerar custos econômicos e sociais elevados.

A Dificuldade do Ajuste: Entre o “Tesouraço” e o “Ajuste Sem Cortes Sociais”

A polarização do debate político muitas vezes se reflete nas propostas econômicas. Enquanto um lado pode sugerir um “tesouraço”, um corte generalizado de gastos sem especificar as áreas, o outro tende a propor um “ajuste fiscal sem cortar gastos sociais”. Ambas as abordagens, segundo Cordenonssi, escondem a complexidade do desafio fiscal que o próximo presidente terá de enfrentar.

O economista argumenta que um ajuste fiscal muito abrupto pode acarretar custos econômicos e sociais consideráveis, algo que o governo precisa evitar. A alternativa seria sinalizar um plano de controle de despesas e redução da dívida no médio e longo prazo. A grande questão é identificar quais áreas podem ser alvo de intervenção sem gerar forte resistência política ou impacto negativo na população.

As opções incluem a revisão de subsídios e benefícios tributários, despesas vinculadas por lei, a Previdência Social e a política de valorização do salário mínimo. Todas essas são áreas com impacto fiscal relevante, mas também com alto custo político, o que explica, em parte, por que esses temas são minimizados durante as campanhas eleitorais.

A “Conta Escondida”: Por Que o Debate Fiscal é Interditado na Campanha

O “custo político” associado a decisões fiscais impopulares é um dos motivos pelos quais as escolhas mais difíceis são raramente apresentadas de forma clara durante a campanha eleitoral. Cordenonssi descreve essa dinâmica como um “sincericídio”, onde a verdade sobre as medidas necessárias pode levar à perda de votos. Isso resulta em um debate público interditado, onde as ideias e os planos concretos para a gestão das contas públicas são deixados de lado.

O cenário que o vencedor encontrará será de uma economia com desemprego baixo e atividade em crescimento, mas também com juros elevados, dívida em trajetória ascendente e uma flexibilidade orçamentária extremamente limitada. A conclusão do economista é contundente: “O país está vivendo acima dos seus meios”.

Para Cordenonssi, é imperativo que o próximo governo apresente um caminho crível para a recuperação das contas públicas, mesmo que o ajuste não ocorra de forma imediata. A mensagem final é um alerta sobre a inevitabilidade de lidar com essa situação: “Uma hora essa conta vai chegar.” O programa Mapa de Risco, do InfoMoney, continuará a abordar esses temas em edições especiais ao vivo.

Conclusão Estratégica Financeira: Navegando a Incerteza Fiscal Pós-Eleição

Os impactos econômicos diretos e indiretos da forma como o próximo governo conduzirá o ajuste fiscal serão profundos. Uma política fiscal crível pode atrair investimentos, reduzir o custo do crédito e impulsionar o crescimento sustentável. Por outro lado, a inação ou a adoção de medidas ineficazes podem levar a um aumento da desconfiança, juros mais altos e dificuldades crescentes para o financiamento público e privado.

Os riscos financeiros residem na possibilidade de uma deterioração contínua da dívida pública, com a consequente elevação do risco-país e o aumento da volatilidade nos mercados. As oportunidades, contudo, surgem com a possibilidade de implementar reformas estruturais que promovam a eficiência do gasto público, a melhoria do ambiente de negócios e a atração de capital estrangeiro.

Para investidores, empresários e gestores, a leitura do cenário exige cautela e planejamento. A capacidade de adaptação a um ambiente de juros elevados e de restrição orçamentária será crucial. A tendência futura aponta para um cenário onde a gestão fiscal será o principal fator determinante para a estabilidade econômica e o potencial de crescimento do Brasil nos próximos anos. O cenário provável, na minha leitura, é de um ajuste gradual, mas inevitável, com pressões políticas constantes para mitigar seus efeitos.

Este conteúdo é de caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui recomendação de investimento, consultoria financeira ou oferta de qualquer ativo. Consulte um profissional habilitado antes de tomar decisões financeiras.

E você, o que pensa sobre os desafios fiscais que o próximo presidente terá pela frente? Deixe sua opinião, dúvida ou crítica nos comentários. Sua participação é muito importante para enriquecer nosso debate!

Compartilhar este artigo

Vinícius Hoffmann Machado
Fundador · Eruption Global

Engenheiro de Produção e especialista em finanças corporativas com mais de 13 anos de experiência em gestão estratégica de custos, planejamento orçamentário e análise de mercado. Fundador da Eruption Global, portal dedicado à análise econômica aplicada.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Newsletter

Receba as principais análises direto no seu e-mail, sem spam.